A elasticidade da pele é um dos fatores que mais influenciam sua aparência jovem e saudável. Com o passar do tempo, é comum perceber que a pele perde parte da sua capacidade de “esticar” e retornar ao formato original. Esse processo está diretamente relacionado à elastina, uma proteína fundamental da estrutura da pele1,2.
Neste guia, você vai entender o que é elastina e qual sua função na elasticidade da pele. Explicaremos por que a elastina diminui com o envelhecimento, como ocorre a perda de firmeza ao longo do tempo e quais são os métodos cientificamente reconhecidos que ajudam a preservar a firmeza e a elasticidade.
O que é elastina e qual sua função na pele?
A elastina é uma proteína estrutural essencial da pele, presente principalmente na derme, camada intermediária responsável pela sustentação e qualidade do tecido cutâneo. Sua principal função é permitir que a pele se estique e retorne à forma original, garantindo elasticidade, flexibilidade e resiliência ao longo do tempo1,2.
Graças à elastina, a pele consegue se adaptar aos movimentos naturais do rosto e do corpo, como expressões faciais, gestos repetitivos e variações de posição, sem perder sua integridade estrutural1,2.
Elastina e colágeno: qual a diferença?
A elastina atua em conjunto com outras proteínas da matriz extracelular, especialmente o colágeno. Embora trabalhem de forma complementar, cada uma desempenha um papel específico:17,18
- Colágeno: responsável pela firmeza, sustentação e estrutura da pele3
- Elastina: responsável pela elasticidade, maleabilidade e capacidade de recuperação da pele após estiramentos ou contrações1
Por que a elastina é importante para a aparência da pele?
A elastina é uma das principais responsáveis por manter a pele firme, flexível e com aspecto mais jovem ao longo do tempo. Níveis adequados dessa proteína contribuem para uma pele mais resiliente e com aspecto saudável. No entanto, fatores como envelhecimento natural da pele, exposição à radiação solar (UV) e poluição ambiental podem reduzir progressivamente a produção da elastina. Como consequência, é comum observar:14
- Perda de elasticidade
- Flacidez
- Linhas e rugas mais evidentes
- Menor capacidade de recuperação da pele
Entender como a elastina funciona ajuda a perceber por que ela é tão importante para manter a pele firme e com boa elasticidade ao longo do tempo.
Como ocorre a perda de elastina com o envelhecimento?
A perda de elastina é um dos principais fatores associados ao envelhecimento da pele. Esse processo acontece de forma gradual e envolve alterações estruturais na derme, comprometendo a elasticidade da pele e sua capacidade de se esticar e voltar ao seu estado original após movimentos e expressões faciais.21,22
Os principais fatores envolvidos na degradação da elastina incluem:
- Envelhecimento cronológico: com o passar dos anos, há uma redução natural da síntese de proteínas estruturais da pele.1,4
- Exposição cumulativa à radiação ultravioleta (fotoenvelhecimento): a radiação UV acelera a degradação das fibras elásticas e favorece a fragmentação.2
- Fragmentação e desorganização das fibras elásticas: as fibras de elastina tornam-se menos íntegras, mais rígidas e desestruturadas.1
- Redução da atividade dos fibroblastos: essas células, responsáveis pela produção de elastina, colágeno e outros componentes da matriz dérmica, tornam-se menos ativas com o tempo1,2.
Essas alterações comprometem a estrutura e a funcionalidade da elastina, reduzindo a capacidade da pele de se adaptar aos movimentos e de se recuperar após estímulos mecânicos. Como consequência, podem surgir flacidez, perda de elasticidade e alterações na textura da pele4.
O que aumenta a elastina da pele?
Atualmente, não existem técnicas capazes de repor diretamente a elastina já degradada na pele. Por esse motivo, a dermatologia foca em estratégias que ajudam a preservar a elasticidade da pele, proteger as fibras elásticas e reduzir os fatores que aceleram sua degradação.16
Entre os principais objetivos dessas abordagens, estão:
- Proteção das fibras elásticas existentes1
- Estímulo da atividade dos fibroblastos1
- Melhora da qualidade da matriz extracelular1
Esses benefícios podem ser alcançados por meio de uma rotina consistente de cuidados com a pele, fotoproteção diária e procedimentos estéticos realizados por profissionais de saúde habilitados. Em conjunto, essas estratégias contribuem para preservar a elasticidade da pele e melhorar sua qualidade biomecânica ao longo do tempo1,2.
Sculptra para estimular a produção de elastina
Sculptra não contêm elastina em sua formulação, em vez disso, atua por meio do bioestimulo de colágeno da pele, estimulando processos naturais que contribuem para a melhora da qualidade e da elasticidade cutâneaa, sem realizar a substituição direta dessa proteína estrutural2,19.
Estimule a produção de elastina com Sculptra
Sculptra é um bioestimulador de colágeno, injetável, que estimula a produção natural de colágeno e elastina. Essa estimulação progressiva ajuda a melhorar a firmeza da pele, restaurar sua estrutura e promover um aspecto mais rejuvenescido, com resultados que podem durar mais de dois anos.13
Seu mecanismo de ação está relacionado à estimulação dos fibroblastos, células responsáveis pela produção das principais proteínas da matriz dérmica. A partir desse estímulo biológico, ocorre a produção gradual de colágeno tipo I, de forma progressiva e duradoura5,8,10.
Evidências científicas demonstram que o tratamento pode estar associado ao aumento da elastinab, o que contribui para uma pele mais firme, com melhora progressiva da elasticidade e da qualidade biomecânica ao longo do tempo9-16.
A indicação, a técnica de aplicação e os resultados dependem de fatores como características da pele, objetivos do tratamento e resposta biológica individual.23 Por isso, o procedimento deve ser realizado exclusivamente por profissionais de saúde habilitados, seguindo protocolos adequados13.
Perguntas frequentes sobre elastina
Existe elastina injetável?
Não. Atualmente, não existem produtos injetáveis compostos por elastina.
Sculptra atua estimulando processos biológicos da pele, como a atividade dos fibroblastos e a reorganização da matriz dérmica.7, 14, 20
Como saber se estou perdendo elastina?
Alguns sinais clínicos podem indicar perda de elasticidade da pele, como:
- Flacidez progressiva3,4
- Diminuição da capacidade da pele de retornar ao formato original2,3,4
- Sensação de pele mais fina ou menos resistente1
Essas alterações tendem a se tornar mais evidentes com o avanço da idade, por exemplo.13, 16
É possível recuperar a elasticidade da pele?
A recuperação total da elasticidade original não é possível1.
No entanto, é possível obter melhora significativa da qualidade da pele por meio de uma abordagem combinada, que inclui cuidados dermatológicos adequados e procedimentos estéticos realizados por profissionais de saúde habilitados1,2.
Para avaliar a melhor estratégia para o seu caso, é fundamental procurar um profissional de saúde habilitado e pedir Sculptra.
a12 meses após a aplicação de Sculptra
bmelhora observada através de biópsia tecidual no 3º mês e se manteve até o 6º mês após a última aplicação.
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BR-SCU-2600011 | JANEIRO/2026